10 de janeiro de 2015

Dilbert

Há momentos em que sinto uma vontade quase incontrolável de mandar tudo ás urtigas. Desligar o computador e sair.
São o culminar de situações em que o bom senso parece estar em vias de extinção. 
Nesses dias respiro fundo muitas vezes e faço pequenas pausas, antes de responder a um mail ou atender um telefonema. 
Fecho os olhos, e tento convencer-me que não vale a pena embarcar na onda.
Quando consigo um certo nível de abstracção, assisto ao "filme" como se fosse observador e personagem em simultâneo. 
Quase me sinto presa numa tira do Dilbert, tal é o conjunto de situações que se me apresentam, pois vistas bem as coisas só podem ser o fruto da loucura de um qualquer escritor, com um sentido de humor muito retorcido.
E nesse dias só me contenho, porque quero acreditar que não passa de um surto de insanidade temporária.

 Hoje foi assim.



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