28 de fevereiro de 2015

A teoria de tudo

Imagem retirada da net.

Depois desta citação, acho que pouco posso acrescentar sobre este filme que adorei, sem desvendar o mistério.
Vão ver. No fim podem (ou não), chegar à mesma conclusão que eu cheguei.
Que o filme ainda não acabou, que esta história continua na vida, porque os personagens são reais.

Mas, ainda assim não resisto. ( podem optar por não ler o resto)
Há um momento no filme que me arrebatou mais que todos os outros e apesar de ser um momento feliz, me levou ás lágrimas. Foi o momento em que ele, o Stephen Hawking, a meio de uma conferencia olha para uma caneta que cai ao chão. Durante uns segundos percebemos que na cabeça dele o mais importante seria conseguir levantar-se e apanhar aquela caneta. O desejo de o fazer foi tão forte que se viu a fazê-lo. Para ele, talvez o tenha conseguido. E nós, quase acreditámos que o fez. Tal foi a força que nos transmitiu ao longo de toda a sua história. 
Depois de tudo o que conseguiu fazer na vida, queríamos mais essa prova que tudo é possível. A prova que Deus, as limitações, e as grandes conquistas estão dentro de nós. 
Esse foi o meu momento "Teoria de tudo".

A divina revelação que procuramos nos génios como o Stephen, sobre o segredo do universo, devolve-nos a terra. O básico.
É preciso força de vontade, esperança, e muito trabalho para que o talento, seja ele qual for, dê frutos.

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