14 de abril de 2015

Mafra

Quando me sentei, para registar mais uma caminhada, desta vez em Mafra, pensei em escrever sobre o Convento e de como o livro do Saramago me obrigou a olha-lo de outra forma, mas fica para outra vez. Desta, vou só deixar algumas fotografias que não conseguem fazer justiça à maravilha que de facto é. 
Voltarei com o objectivo de tentar fotografa-lo como merece.

Foi no domingo, como já referi aqui, que fui a Mafra para uma caminhada na Tapada (achava eu). Era um percurso curto de apenas 6 km, mas pensei que valeria a pena, pela biodiversidade. Queria aproveitar a oportunidade de seguir a pé, os caminhos que tinha feito já há muito tempo, num visita guiada que fizemos de "comboio". 
Fui ao engano, afinal a caminhada era dentro da vila.
Como estava bastante calor para esta altura do ano, teria sido bastante mais agradável se tivesse sido à sombra de uma floresta. Começou mais tarde do que tínhamos previsto, e por isso ao meio dia ainda estávamos ao sol. 
Eu que tenho a pele muito branca, nem pude tirar a sweatshirt, que tinha levado precisamente porque iria caminhar "à sombra das árvores". Não correu bem, mas ninguém tem culpa, foi tudo uma sucessão de mal entendidos.
Na volta, distraídas com a conversa, ainda nos perdemos no caminho...
Valeu pela companhia que era do melhor, pelos docinhos que trouxe da pastelaria o Fradinho, e pelo deslumbramento inevitável que nos atinge, ao contemplar tão grandiosa obra.











1 comentário:

Maria Rita disse...

Eu prefiro caminhadas pelo "monte" mas ainda assim gostei das fotos.