9 de maio de 2015

A sério

Nos últimos anos tenho levado a vida demasiado a sério, e isso cansa. ás vezes parece que carrego o (meu) mundo ás costas sozinha. Um mundo de responsabilidades, horários e tarefas a cumprir. Quando se caminha sem rede, é difícil deixar andar. Mas tenho que aprender a fazer intervalos, a arranjar tempo e espaço para o inesperado, o "absurdo" e o "ridículo".  
Preciso de me rir mais, nem que seja de mim. Preciso de gargalhar até ficar sem ar, fazê-lo sem pudores ou medo de ser mal interpretada. Preciso de aprender a despir o fato de "adulta" e regressar à essência da simplicidade infantil. Preciso de me dar aos prazeres inocentes desta vida, sem culpa, como uma criança.
Preciso de regressar ao básico. 
   



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