25 de junho de 2015

Família

Há tanto tempo que os não via assim, juntos, barulhentos, felizes.
E é tão bom o reencontro.
Casa cheia, vida cheia. Crianças e gargalhadas. Copos de vinho, conversas descontraídas à volta da mesa.
Comida boa. Uma conjugação imperfeita com um resultado mais que perfeito.
Irmãos, primos, família.
Uma casa também precisa disso, da barafunda, do riso das crianças misturado com o tilintar dos copos e dos talheres. 
Precisa tanto do calor humano como do sol. 
Neste inesperado que a vida nos traz sem data nem hora marcada, quase todo o meu mundo debaixo do mesmo tecto.  
Obrigado L. por teres decidido rumar a Sul. Por nos teres proporcionado a todos este momento. 
Por teres seguido um impulso do coração, os melhores impulsos desta vida.
Porque os imprevistos que ás vezes nos atormentam, também podem ter este sabor intenso que nos elevam.



O único momento em que estiveram sossegados...

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