31 de janeiro de 2016

Pérolas em via de extinção...

... porque eles crescem sem darmos por isso:

"Mãe, acho que cresci esta noite. Olha para as minhas pernas, estão mais compridas."

"Mãe, não gosto de couve."
Como é que sabes filho, se ainda não provaste?
"Usei o poder da minha mente."


"Mãe, não me lembro do meu passado..."


"...os filhos não têm barba só os pais..."


"...Preciso de um braço robótico para comer mais depressa..."




E já agora, obrigado ás miúdas dos bolos, este bolo foi o delírio de um super fã!




29 de janeiro de 2016

Parabéns, meu amor (quase) crescido

Hoje é o dia.
O dia que aguardas em contagem decrescente há quase um mês. O dia que no teu entender te faz “quase” crescido, e que no meu tem outros significados. O dia que segurei a tua mão pela primeira vez, sem ter ainda a real dimensão do que isso significava. O fim e o principio de uma viagem maravilhosa, o principio do medo (à séria) e do deslumbramento, o fim de uma espera que me pareceu longa, pois foste muito desejado.
Pode parecer um pouco piroso, mas nunca me senti tão importante como quando estava grávida de ti. Tinha o "rei na barriga".

27 de janeiro de 2016

X-files

E quem mais como eu “delirou” com o regresso dos X-files? Ninguém? 
Não quero vir para aqui estragar a surpresa, mas posso dizer que me parece ser o regresso da pandilha toda, além do Mulder e da Scully, ainda temos o Skinner e até o “Smoking Man" ...
Pois, eu sei que isto dos X-files é coisa antiga, e dizem-me os entendidos que agora há muitas séries do género com bastante qualidade. Mas eu não quero saber, se não estragarem, (espero que não), vou continuar a seguir religiosamente todos os episódios desta (que para outras não tenho tempo). Afinal é um amor antigo, do tempo em que uma boa série de ficção cientifica era rara.
Para já a coisa até faz sentido, aguardemos os próximos episódios…




(Terças 22.15 na FOX)

26 de janeiro de 2016

Castelo de Palmela

Palmela aqui tão perto e eu nunca tinha ido conhecer o castelo. Terra de bom queijo e bom vinho, de sabores do mar e da serra, tem muitos motivos para uma visita. Eu fui pelo castelo que se revelou para lá do que tinha imaginado, mas vim de lá de barriga cheia de bom peixe e bom vinho. Vão, levem as crianças, e contem-lhes histórias reais ou imaginadas de príncipes, princesas, e mouras encantadas. Ficam algumas imagens para aguçar o apetite.
A regressar.


25 de janeiro de 2016

Resultados

Ontem fui votar, tal como quase metade dos portugueses (48,84%). Estive indecisa entre duas hipóteses até ao ultimo momento. Até nisso a cabeça e o coração não estiveram de acordo. Ganhou um deles, e por isso fiquei satisfeita com o resultado. É bom ter um presidente do nosso tempo, inteligente, com nato jeito para comunicar. Um representante que (acredito), não nos vai deixar ficar mal. Diria que se perdem os seus comentários acerca do país, mas em troca se ganha nas comunicações ao país. O resto só o futuro o dirá. 





Moinhos de vento de Palmela

Vale a pena fazer esta caminhada. Pela vista maravilhosa de serra e de mar, pela natureza que nos rodeia, pela visão espectacular de um castelo que domina o horizonte, pelo ar e pelo sol, por todos os cheiros que nos trazem recordações várias. 
E é tão fácil sentir aqui o romantismo de um D. Quixote, como a lucidez de um Sancho Pança. Aliás, nem os burros faltam... 
Por falar em burros, Já vos disse que os adoro? Adoro.


23 de janeiro de 2016

Ponte da Gâmbia

Quem, como eu, já se sentiu personagem de filme ao percorrer uma destas pontes de ferro?
Quem mais sonhou viajar num comboio a vapor, percorrer montes e vales, atravessar pontes e túneis e viver mil aventuras ? 




19 de janeiro de 2016

Nascer do sol na Mourisca


Acordar ás 4h da manhã, rumar a sul com gente que partilha a mesma paixão pela fotografia, “quase” morrer de frio, tudo isto para assistir a um espectáculo que a natureza oferece todos os dias.
Foi um prazer partilhar este momento com o este grupo que amavelmente me foi apresentado pela Ju, a pessoa que me desafiou a sair da cama a horas impróprias. Cheguei a casa estafada mas feliz. Repetiria tudo de novo, se a oportunidade se desse... 


15 de janeiro de 2016

As relações não são (assim tão) simples

Foi-me lido recentemente um excerto de um texto, que advoga que um casamento duradouro acontece, quando se casa várias vezes com a mesma pessoa. Ou seja, periodicamente, o casal deve voltar ao inicio. Renovar-se. Renovar o romance, renovar a casa, o guarda roupa, os interesses, os hábitos, os amigos, o destino de férias, por ai fora… Como se cada um fosse uma pessoa nova, tal como acontece numa separação seguida de uma nova relação. Até porque, feitas as contas tal renovação fica mais barata que um divórcio, e poupa as crianças (caso existam). 

10 de janeiro de 2016

Idiossincrasia

Gosto muito de pessoas bem dispostas.
Não é que não goste de pessoas mal dispostas (gosto de algumas…), mas as pessoas que estão sempre bem dispostas, mesmo quando a vida não lhes corre bem, atraem-me. Adorava ser assim.
Apesar de não ser uma pessoa mal disposta (que não sou, na minha opinião), não consigo manter a minha energia sempre positiva. Gostava de conhecer o segredo da boa disposição permanente, porque eu, por mais que tente esconder a minha má disposição quando estou em dia não, é-me tão penoso, que raramente o faço com grande sucesso. 
Para além de admirar nos outros essa capacidade de descobrir o lado divertido de tudo, ao pé de pessoas assim, parece que a minha energia cresce e a minha alma se renova. De tal forma que, ás vezes sinto mesmo necessidade de falar com alguns dos meus amigos mais "positivos", para me centrar no que realmente importa, e não me levar tanto a sério. 

6 de janeiro de 2016

O terceiro desejo

Todos os anos, antes do 31 de Dezembro tenho por hábito fazer o balanço do ano que acaba.
Pego na lista de desejos, sonhos, promessas (...), e um a um verifico quais se cumpriram e quais ficaram para trás.
Dos que não consegui cumprir, escolho os que ainda faz sentido passar para o ano seguinte, e depois disso, crio uma nova lista. Desta forma vou acompanhando a evolução, e ao mesmo tempo garanto que mantenho o foco, e que não adio o que me é importante eternamente.
Este ano, por razões várias, não o fiz. Não olhei para a lista de 2015, nem sequer fiz planos para 2016.  
No momento de formular os desejos que acompanham as doze passas à meia noite, desejei apenas duas coisas, saúde e amor para mim e para as minhas pessoas. Só o mais importante. 

3 de janeiro de 2016

Agradecer

Voltei aqui quase em pezinhos de lã. Como se estivesse à espera de uma reprimenda. 
A casa está silenciosa, mas é um silencio bom. Regresso aos blogues de que gosto muito, sentindo o conforto de rotinas retomadas. Olho pela janela de vez em quando, e perco-me em pensamentos dispersos sobre tudo e sobre nada. 
Está frio lá fora. O Inverno parece finalmente Inverno, o céu está carregado de nuvens cinzentas que não se fazem rogadas, e nos brindam generosamente com chuva. O meu filho brinca no quarto com os legos que recebeu no Natal, e os gatos fazem o que sabem fazer melhor, dormem. Um deles, está tão encostado ao meu braço direito que quase me impede de escrever, o outro depois de ter tentado ficar no meu colo sem sucesso, deitou-se numa almofada à beira da janela. Do meu lado esquerdo, chega-me o aroma a laranja e especiarias, de uma caneca de chá quente que fiz para acompanhar um pastel de nata com cerejas do Fundão (o meu mais recente pecado da gula). 
Frio, leitura, escrita, chá quente e um doce, combinação quase perfeita. Tivesse eu o coração leve, e estaria no céu. 

No fim e no princípio...

...as nossas pessoas.