31 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#31]

Acabo aqui esta sequência de 31 fotografias que retirei do baú de 2016. Foi uma forma de recordar o que andei a fazer durante o ano e ao mesmo tempo partilhar algumas das minhas favoritas. Espero que tenham gostado. 
Obrigada a quem me tem acompanhado, mesmos nas minhas intermitências. Escrever tem mais sentido quando alguém lê.

Aproveito para desejar a todos um excelente ano de 2017, repleto de saúde, paz e amor. 


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28 de dezembro de 2016

27 de dezembro de 2016

26 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#26]


Museu da electricidade, (já o disse tantas vezes),  um dos sítios favoritos do meu filho para um passeio.

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24 de dezembro de 2016

23 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#23]

Uma tarde que voou. Um céu de Outono. Um final de de dia que prolongou para lá do planeado, e foi muito bom... 

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22 de dezembro de 2016

20 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#20]

Já disse inúmeras vezes que adoro as cores do nascer-do-sol, os tons pastel, e a doçura suave com que cobre a natureza. Mas se queremos sentir emoções fortes, como a alegria, a paixão, e outros sentimentos avassaladores, é no dramatismo do Por-do-sol que os encontramos.   

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19 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#19]

No horário de verão ao fim de semana, o Parque dos Poetas ganha (ainda) mais Poesia. Esta fotografia foi tirada quase na hora do fecho. Vai-se o sol, e no sossego do lusco-fusco, sente-se o momento de voltar para casa. Levamos um sorriso nos lábios, e o coração cheio.

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18 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#18]

Confesso que não entendi o que se estava ali a passar com aquele eléctrico. Não resisti a captar o momento.

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17 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#17]

O Sol nasce, e quando penso que (o meu) mundo ainda dorme, verifico que quem anda a dormir (demais) sou eu...

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16 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#16]

Atrevo-me a dizer que este dia de praia foi perfeito. 
O sol, a agua, a companhia, os petiscos, as fotografias (tantas!) que ficaram para o recordar...  

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15 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#15]

O nascer do sol. Céu de algodão doce, tons de pastel. A minha hora favorita no que toca à luz. 
Custa-me horrores levantar cedo, e talvez por isso valorize tanto, quando o faço (só) para fotografar. 

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14 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#14]

Uma fotografia que poderá não parecer nada de especial a muitos, mas que gosto muito. Um pouco mais gráfica, mas adoro a sombra translúcida do candeeiro, juntamente com uma simetria um pouco assimétrica. Imperfeita, mas a meu ver, bela. 

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13 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#13]

Felicidade debaixo de um céu cor de fogo. Felicidade num local especial, e num momento triste. De cura. 
Ele é a minha maior razão para (querer e) ser feliz. Faz mais feliz quem o é.

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12 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#12]

A árvore nua, que se agiganta no céu, parece tentar sobrepor-se à criação humana (ou protegê-la). 
Como quase tudo na vida, é uma questão de percepção da realidade. E fotografia também é isto. 

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11 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#11]

Este é um dos locais onde o meu filho (e eu) nunca se cansa de ir, a Fábrica da Pólvora. Um espaço verdadeiramente aprazível, com parque infantil, esplanadas, caminhos para passear, e relvados para estender a mantinha e simplesmente ficar à sombra ou ao sol a apreciar o sossego. Nunca me canso de fotografar por lá.

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10 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#10]

O elevador ao qual o meu filhote não resistiu, num noite quente. Eu, fiz o percurso a pé para o poder fotografar. 

#31 dias 31 fotos

9 de dezembro de 2016

8 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#8]

Nunca me canso deste castelo. Daqui guardo recordações preciosas. 
Beijos doces com sabor a cerejas do meu primeiro (grande) amor, que antecederam baladas, numa espécie de serenata. Recordo a viola cor de mel, onde aprendi os primeiros acordes, o cheiro das amendoeiras em flor da encosta, o calor do sol na pele, e a certeza que ficaríamos juntos para sempre. O amor é assim, crédulo, certo, confiante. Como deve ser.     

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7 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#7]

Uma amiga de sempre, e para sempre. 
Chovia naquele dia, eu insisti em sair para fotografar. Avessa ao frio e à chuva, sei que não lhe apetecia calcorrear a calçada escorregadia em direcção ao castelo (de Bragança), mas mesmo assim fez-me a vontade, e fomos. 
O vento castigava o chapéu de chuva, que ela tentava segurar sem que se partisse. Na sua fragilidade vergava, virava, mas não partiu. Quis captar este momento e guardá-lo para sempre.
E é isso uma das coisas mais preciosas deste acto de fotografar a vida. Congela momentos que nunca mais acontecem de igual forma, e sempre que os revemos, recordamos tudo de bom que fica indelevelmente agarrado a eles. 
Finalizámos a tarde, a beber chá para aquecer, e a comer umas empadas maravilhosas de perdiz, num cantinho fantástico (Tasca do Zé Tuga) á beira do Castelo. 

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6 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#6]

Quem me conhece, já percebeu que tenho uma atracção especial por pontes, linhas de comboio, caminhos e trilhos marcados. São imagens que me levam no tempo e no espaço. São imagens onde me perco no sonho de ir, descobrir, sentir. 

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5 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#5]

Termino esta sequência de fotografias por agora, com mais uma que tem tanto de simples como de belo (na minha opinião). Neste dia a luz foi generosa connosco. 

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3 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#3]

Esta fotografia, podia chamar-se o fotógrafo solitário, mas do lado de cá, éramos mais uns quantos...

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2 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#2]

Por vezes a beleza está na simplicidade. Tenho vindo perceber que isto se aplica a mais coisas do que pensava.

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1 de dezembro de 2016

31 dias 31 fotos [#1]

Esta fotografia faz parte de uma série que me deu muito prazer, e que fiz na companhia da Juvenália, uma talentosa fotógrafa e também uma amiga. Com ela aprendo sempre algo, pois é dotada de uma generosidade fora de série, e de uma paixão imensa pela fotografia (obrigada Ju.). 


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Dezembro

Dezembro chegou, e com ele chega também esta ansiedade natural em mim, nesta altura do ano. 
O Natal está à porta, mais um ano está prestes a terminar, e tanto ficou por concretizar. 
O calendário avança, as estações sucedem-se como tem que ser, mas cada vez mais o (meu) tempo parece voar. 
Dezembro é o sinónimo de recolhimento, de mantas quentinhas, chá com bolo, tempo para pôr os filmes e os livros em dia. Dezembro é preparar e viver o Natal com tudo o que isso significa. Mas não só...

Para mim, o ultimo mês do ano é também mês de balanço e planeamento. Mês de ajustar as velas, definir caminho, verificar se a (minha) bússola ainda não perdeu o Norte. 
E é neste ponto que me encontro, para verificar mais uma vez, que o (meu) barco, passa demasiado tempo à deriva. 
Numa viagem (ou na vida), seja qual for, é normal acontecerem imprevistos. Faz parte. Nunca a rota traçada é cumprida à risca, e ainda bem. É bom haver margem para desvios, surpresas, e mudança de planos só porque se mudou de ideias. É por vezes nesta folga que se descobrem caminhos novos, e se cresce. 
Posto isto, é importante perceber que, se temos destinos (ou objectivos) importantes, e um tempo limitado para lá chegar, convém arranjar um mapa, traçar um plano, e verificar periodicamente o ponto onde estamos relativamente ao ponto onde queremos estar, de forma a conseguir fazer os ajustes necessários enquanto é tempo.